{"id":163,"date":"2020-12-03T12:00:00","date_gmt":"2020-12-03T15:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/conexoesamazonicas\/?page_id=163"},"modified":"2020-12-03T12:00:00","modified_gmt":"2020-12-03T15:00:00","slug":"aves-das-varzeas-amazonicas","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/conexoesamazonicas.org\/en\/aves-das-varzeas-amazonicas\/","title":{"rendered":"Birds of the Amazon floodplains"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-small-font-size wp-block-paragraph\"><span class=\"has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color\">03 de novembro de 2020<\/span> | Tempo de leitura: 8 minutos<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-small-font-size wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em><span class=\"has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color\">Por Bianca Darski<\/span><\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-drop-cap wp-block-paragraph\">A Amaz\u00f4nia \u2013 onde a natureza \u00e9 exageradamente rica, onde tudo que se planta se colhe, onde as \u00e1rvores e as \u00e1guas s\u00e3o abundantes \u2013 \u00e9 sem d\u00favida o bioma dos superlativos. A din\u00e2mica de chuvas na Amaz\u00f4nia est\u00e1 fortemente ligada aos padr\u00f5es de diversidade biol\u00f3gica que caracteriza este bioma. Isso porque na bacia amaz\u00f4nica h\u00e1 uma combina\u00e7\u00e3o de um alto volume de chuvas e um terreno predominantemente plano. O resultado desta combina\u00e7\u00e3o \u00e9 uma paisagem desenhada por grandes rios \u2013 como os rios Amazonas, Madeira e Tapaj\u00f3s \u2013 que separam ou conectam (dependendo do organismo!) as regi\u00f5es na Amaz\u00f4nia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os terrenos baixos que est\u00e3o ao redor dos grandes rios amaz\u00f4nicos s\u00e3o chamados de plan\u00edcies de inunda\u00e7\u00e3o, localmente conhecidas por v\u00e1rzea ou igap\u00f3. S\u00e3o locais anualmente inundados devido ao extravasamento das \u00e1guas dos rios, um processo que pode durar meses e que afeta todos os seres que ali habitam. As \u00e1reas que n\u00e3o inundam s\u00e3o justamente as que est\u00e3o situadas em terrenos mais altos e s\u00e3o chamadas de terra firme. Muitos estudos demonstram que h\u00e1 um padr\u00e3o consistente na distribui\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica de esp\u00e9cies de aves em \u00e1reas de terra firme devido \u00e0 presen\u00e7a dos grandes rios que atuam como uma barreira para a dispers\u00e3o de diversas esp\u00e9cies, n\u00e3o somente de aves. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As \u00e1reas entre os grandes rios amaz\u00f4nicos s\u00e3o chamadas de interfl\u00favios e nestes locais h\u00e1 uma concentra\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies end\u00eamicas, ou seja, esp\u00e9cies que somente s\u00e3o encontradas nestas \u00e1reas (<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.researchgate.net\/publication\/261525047_Areas_de_endemismo_corredores_de_biodiversidade_e_a_conservacao_da_Amazonia\" target=\"_blank\">veja mais sobre \u00e1reas de endemismo aqui<\/a>). Pouco se sabe, no entanto, sobre o padr\u00e3o de distribui\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies de aves que habitam os ambientes de v\u00e1rzea ou igap\u00f3, um tema que tem recebido mais aten\u00e7\u00e3o de pesquisadores(as) na \u00e1rea de ecologia, zoologia e gen\u00e9tica na \u00faltima d\u00e9cada.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-style-rounded\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/conexoesamazonicas\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/IMG_0931-1024x768.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-173\"\/><figcaption><span class=\"has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color\">V\u00e1rzea do rio Madeira pr\u00f3ximo \u00e0 cidade de Porto Velho, Rond\u00f4nia, Brasil. Foto: Bianca Darski.<\/span><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><br>Diferentemente das esp\u00e9cies que habitam \u00e1reas de terra firme, n\u00e3o parece haver um padr\u00e3o claro de endemismo para as esp\u00e9cies que ocorrem em \u00e1reas inund\u00e1veis da Amaz\u00f4nia. No entanto, \u00e9 poss\u00edvel notar que \u00e1reas de v\u00e1rzeas e igap\u00f3s n\u00e3o s\u00e3o homog\u00eaneas ao longo da bacia Amaz\u00f4nica, visto que s\u00e3o divididas em pelo menos quatro ecorregi\u00f5es. De acordo com a <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.wwf.org.br\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/www.wwf.org.br\" target=\"_blank\">WWF<\/a>, uma ecorregi\u00e3o \u00e9 \u201cuma grande unidade de terra ou \u00e1gua que cont\u00e9m um conjunto geograficamente distinto de esp\u00e9cies, comunidades naturais e condi\u00e7\u00f5es ambientais&#8221;. Os limites das ecorregi\u00f5es de terra firme coincidem com os das \u00e1reas de endemismo (<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.wwf.org.br\/natureza_brasileira\/questoes_ambientais\/biomas\/bioma_amazonia\/mapa_amazonia\/\" target=\"_blank\">veja neste material<\/a>) e, portanto, s\u00e3o conceitos complementares.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Realizamos um estudo nas v\u00e1rzeas do segundo maior rio da Amaz\u00f4nia, o rio Madeira, com o objetivo de analisar os padr\u00f5es de diversidade e ocorr\u00eancia de esp\u00e9cies de aves ao longo de diferentes pontos destas v\u00e1rzeas. Percorremos cerca de 800 km desde Porto Velho, no estado de Rond\u00f4nia, e que corresponde \u00e0 por\u00e7\u00e3o m\u00e9dia do rio Madeira, at\u00e9 a sua foz, onde ocorre o encontro com o rio Amazonas. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Registramos 402 esp\u00e9cies de aves nos diferentes ambientes de v\u00e1rzea do rio Madeira. Mais da metade destas esp\u00e9cies (56,7%) s\u00e3o aves t\u00edpicas de ambientes inund\u00e1veis e 43,3% s\u00e3o aves comumente registradas em ambiente de terra firme, mas que tamb\u00e9m habitam as v\u00e1rzeas, especialmente no per\u00edodo de \u00e1guas baixas. <\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-style-rounded\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/conexoesamazonicas\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/Myrmochanes-hemileucus-1-1024x768.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-180\"\/><figcaption><span class=\"has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color\">Formigueiro-preto-e-branco, cujo nome cient\u00edfico \u00e9 <em>Myrmochanes hemileucus<\/em> (Sclater &amp; Salvin, 1866), \u00e9 uma esp\u00e9cie de ave que habita exclusivamente ilhas fluviais da bacia amaz\u00f4nica. Foto: Bianca Darski.<\/span><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nossos resultados revelam que n\u00e3o h\u00e1 diferen\u00e7a na diversidade de esp\u00e9cies de aves entre as duas margens do rio Madeira, uma dist\u00e2ncia que pode chegar a quase 10 km em per\u00edodos de cheias extremas. Por outro lado, nossos resultados indicam que as esp\u00e9cies de aves n\u00e3o s\u00e3o as mesmas ao longo do rio, ou seja, que ocorre uma substitui\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies da por\u00e7\u00e3o m\u00e9dia do rio Madeira at\u00e9 sua foz. Al\u00e9m disso, as aves que observamos nas ilhas fluviais s\u00e3o consideravelmente distintas daquelas vistas ao longo das margens. Estas esp\u00e9cies, como o formigueiro-preto-e-branco (<em>Myrmochanes hemileucus<\/em>) e o jo\u00e3o-de-barriga-branca [<em>Mazaria <\/em>(<em><em>Synallaxis<\/em><\/em>)<em> propinqua<\/em>], s\u00e3o exemplos de aves dependentes dos sistemas de ilhas fluviais.    <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nossa pesquisa ressalta a elevada diversidade de aves presente nas v\u00e1rzeas do rio Madeira e sugere que o padr\u00e3o de distribui\u00e7\u00e3o espacial destas esp\u00e9cies est\u00e1 relacionado ao gradiente de altitude. Al\u00e9m disso, refor\u00e7a o valor das plan\u00edcies de inunda\u00e7\u00e3o para a manuten\u00e7\u00e3o de uma parcela importante da avifauna amaz\u00f4nica. A conserva\u00e7\u00e3o desta imensa biodiversidade depende que se mantenham as caracter\u00edsticas naturais destes ambientes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image is-style-rounded\"><figure class=\"alignleft size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/conexoesamazonicas\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/Mazaria-Synallaxis-propinqua-1-1024x768.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-181\"\/><figcaption><span class=\"has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color\">Jo\u00e3o-de-barriga-branca, cujo nome cient\u00edfico \u00e9 <em>Mazaria <\/em>(<em>Synallaxis<\/em>) <em>propinqua <\/em>(Pelzeln, 1859), \u00e9 uma esp\u00e9cie de ave que habita exclusivamente ilhas fluviais da bacia amaz\u00f4nica. Foto: Bianca Darski.<\/span><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Ci\u00eancia se faz com parceria <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size wp-block-paragraph\">Os resultados apresentados neste texto s\u00e3o parte da pesquisa realizada por Bianca Darski durante o curso de mestrado no Programa de P\u00f3s Gradua\u00e7\u00e3o em Zoologia, no Museu Paraense Em\u00edlio Goeldi em conv\u00eanio com a Universidade Federal do Par\u00e1. A orienta\u00e7\u00e3o foi de Marcos P\u00e9rsio e coorienta\u00e7\u00e3o de Alexandre Aleixo. Esta pesquisa \u00e9 parte de um estudo mais amplo, que contou com o apoio financeiro do governo federal, atrav\u00e9s do projeto \u201cSubs\u00eddios para o planejamento de \u00e1reas protegidas nas v\u00e1rzeas do rio Madeira\u201d (CNPq Processo n\u00b0 550331\/2010-7), coordenado por Ana Luisa Albernaz do Museu Paraense Em\u00edlio Goeldi.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Quer saber mais? Acesse os materiais abaixo!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Borges, S. H., &amp; Carvalhaes, A. (2000). Bird species of black water inundation forests in the Ja\u00fa National Park (Amazonas state, Brazil): their contribution to regional species richness.&nbsp;<em>Biodiversity &amp; Conservation<\/em>,&nbsp;<em>9<\/em>(2), 201-214. (<a href=\"https:\/\/link.springer.com\/article\/10.1023\/A:1008902306499\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/link.springer.com\/article\/10.1023\/A:1008902306499\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">acesse aqui<\/a>)<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Da Silva, J. M. C. (2012). \u00c1reas de endemismo, corredores de biodiversidade e a conserva\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia. In: <em>Conserva\u00e7\u00e3o da Biodiversidade em paisagens antropizadas do Brasil<\/em>, cap\u00edtulo 22. Editora UFPR. (<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.researchgate.net\/publication\/261525047_Areas_de_endemismo_corredores_de_biodiversidade_e_a_conservacao_da_Amazonia\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/www.researchgate.net\/publication\/261525047_Areas_de_endemismo_corredores_de_biodiversidade_e_a_conservacao_da_Amazonia\" target=\"_blank\">acesse aqui<\/a>)<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Remsen Jr, J. V., &amp; Parker III, T. A. (1983). Contribution of river-created habitats to bird species richness in Amazonia.&nbsp;<em>Biotropica<\/em>, 223-231. (<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.researchgate.net\/publication\/271953917_Contribution_of_River-Created_Habitats_to_Bird_Species_Richness_in_Amazonia\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/www.researchgate.net\/publication\/271953917_Contribution_of_River-Created_Habitats_to_Bird_Species_Richness_in_Amazonia\" target=\"_blank\">acesse aqui<\/a>)<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ribas, C. C., &amp; Aleixo, A. (2019). Diversity and evolution of Amazonian birds: implications for conservation and biogeography.&nbsp;<em>Anais da Academia Brasileira de Ci\u00eancias<\/em>,&nbsp;<em>91<\/em>. (<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.scielo.br\/scielo.php?pid=S0001-37652019000600611&amp;script=sci_arttext\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/www.scielo.br\/scielo.php?pid=S0001-37652019000600611&amp;script=sci_arttext\" target=\"_blank\">acesse aqui<\/a>)<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Silva, Bianca Darski. Padr\u00e3o de distribui\u00e7\u00e3o de assembl\u00e9ias de aves nas florestas de v\u00e1rzea do rio Madeira. (2014). <em>Disserta\u00e7\u00e3o de Mestrado.<\/em>  Universidade Federal do Par\u00e1, Museu Paraense Em\u00edlio Goeldi, Bel\u00e9m. Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Zoologia. (<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/repositorio.ufpa.br:8080\/jspui\/handle\/2011\/6895\" data-type=\"URL\" data-id=\"http:\/\/repositorio.ufpa.br:8080\/jspui\/handle\/2011\/6895\" target=\"_blank\">acesse aqui<\/a>)<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image is-style-rounded\"><figure class=\"aligncenter size-thumbnail\"><img decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/conexoesamazonicas\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/Bi-2-edited-150x150.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-221\" srcset=\"https:\/\/conexoesamazonicas.org\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/Bi-2-edited-150x150.jpeg 150w, https:\/\/conexoesamazonicas.org\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/Bi-2-edited-300x300.jpeg 300w, https:\/\/conexoesamazonicas.org\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/Bi-2-edited-768x769.jpeg 768w, https:\/\/conexoesamazonicas.org\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/Bi-2-edited.jpeg 852w\" sizes=\"(max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center wp-block-paragraph\">Bianca Darski \u00e9 bi\u00f3loga, mestre em zoologia e doutora em ecologia.          <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/lattes.cnpq.br\/9724709323365426\" data-type=\"URL\" data-id=\"http:\/\/lattes.cnpq.br\/9724709323365426\" target=\"_blank\">Veja mais aqui<\/a><\/p>\n<script>var 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